Blog

Este livro eu indico: Brincadeira de muitos nomes.

Leiam abaixo a entrevista com a escritora Gabriella A. Samôr Poggiali Gasparoni autora do livro Brincadeira de muitos nomes.

19149221_1414179852031223_2781499579513157899_n

1 – Fale um pouco sobre você:

Tenho 33 anos. Sou jornalista, escritora e blogueira. Moro em Ubá – MG.

2 – Qual o nome do livro: 

Brincadeira de muitos nomes

3 – Gênero:

Infantil.

4 – Classificação / Público:

Todas as idades. A história em si pode ser lida por e para todas as idades. É muito importante os pais, tios, avós, lerem para as crianças, e quanto antes, melhor. O Hábito da leitura só trás benefícios e quanto mais cedo começarem a ler, melhor!

Pequenos a partir dos seis ou sete anos vão se divertir ainda mais com algumas atividades no final do livro.

5 – Sinopse:

Você sabe o que acontece na casa a noite, quando vamos dormir? Venha descobrir e se divertir com Brincadeira de muitos nomes. Uma grande aventura está para começar! Um livro para ler e reler.

6 – Como nasceu a história:

Escrevi o texto de uma forma que chama a atenção da criança. Usei palavras fáceis de ler, entender e até decorar. Preparei algumas atividades no final do livro, atividades boas para memória, vocabulário e concentração. Tenho certeza que vão gostar.

7 – Deixe uma mensagem para os leitores:

Cada pessoa tem um lado especial, uma característica que a torna única e isso é fantástico. Todos nós somos especiais, nunca se esqueçam disso. A literatura tem a capacidade de unir pessoas de todos os jeitos, todas as idades e todos os lugares.

8 – Onde adquirir:

Diretamente comigo ou pelo site do Clube de autores.

9 – Para saber mais sobre Brincadeiras de muitos nomes ou entrar em contato com a escritora:

Meu facebook: https://www.facebook.com/gabriella.aleixo

Meu blog: http://mosaicodasleituras.blogspot.com.br/

Instagram: @mosaicodascores

Página no facebook: https://www.facebook.com/brincadeirademuitosnomes/

Perfil no site da Editora Clube de Autores: https://www.clubedeautores.com.br/authors/85509

10 – Fale um pouco sobre os planos para o futuro:

Estou trabalhando em mais três livros, mas ainda não sei em qual ordem vou publica-los.

14590455_1179055648876979_8644804607549274182_n

 

A LITA FOI ENTREVISTADA.

logo-site-01

 

Sabe essa jovem que aparece na capa do livro? Isso mesmo, essa que está entre Bart e Pir é a Lita, uma das personagens do livro. Ela foi entrevistada pelo Portal S Quatro e sua entrevista será publicada no dia 16 de dezembro.

Achei essa iniciativa do Portal S Quatro muito interessante. Veja abaixo uma prévia da entrevista e talvez compreenda um pouco melhor essa jovem:

1- Qual seu nome? Como prefere ser chamada?

Meu nome é Carmelita, mas me chame de Lita, pois é assim que todos me conhecem.

2 – Qual sua idade?

Sou jovem. A idade não importa muito e sim a maturidade.

3 – Como você descreveria o lugar onde vive?

Prefiro falar da minha última aventura, ainda estou tentando entender tudo o que aconteceu. Foi fantástico. Quem sabe um dia possamos conversar sobre isso.

4 – Se tivesse que se definir numa palavra, qual seria?

Sensível. Acho que sou uma jovem comum como todas da minha idade.

5 – Agora diga como sua resposta anterior reflete em sua vida como um todo?

Sou alegre, esperta e gosto de aventuras. Nunca imaginei que um dia iria conhecer alguns segredos do universo. Foi muito legal.

6 – Possui algum talento/dom especifico? Fale um pouco sobre ele.

Todos nós temos um dom, mas nem todos o despertam, infelizmente, e precisei viajar ao espaço, para outro mundo, para descobrir e entender isso. Seria tão bom se aqui na Terra despertássemos o dom de cada um. Seria um mundo mais feliz, com certeza. Mas acho que perguntou sobre algum poder, foi isso? Bom, não diria que seja um poder, mas… digamos que o universo me contemplou com uma particularidade rara. Acho que isso é o bastante por enquanto. Ah, e não digam que sou especial – odeio quando me enxergam assim.

7 – O que costuma fazer em seu tempo livre?

Gosto de fazer amizades, conversar, ouvir música, coisas assim.

8 – Qual seu tipo favorito de roupas?

Não me ligo muito em roupas. Acho que o principal é como vestimos nosso coração.

9 – E seu estilo musical?

Muitos. Acho que o sertanejo, pagode e músicas românticas mexem mais comigo.

10 – O que te torna diferente do resto das pessoas do seu mundo? E porque?

Sou uma das Escolhidas pelo universo. Não é fácil explicar isso, pois nem mesmo eu entendi direito até agora. Acho que o universo, em sua sabedoria e perfeição, usa artifícios estranhos para manter seu equilíbrio e estabilidade. Talvez você que está lendo minha entrevista também seja um(a) Escolhido(a) e nem saiba disso. O universo é gigantesco, estonteantemente grande, muito maior do que eu imaginava e esconde segredos, muitos segredos.

11 – Se tivesse que falar sobre o autor “Milton Xavier”, o que falaria?

Acho que ele retratou bem minha aventura, embora gostaria que algumas partes fossem omitidas.

12 – Se pudesse mudar algo em sua vida, o que faria diferente?

Não mudaria nada. Sou o que sou e estou bem assim. Esse negócio de querer ser mais feliz, mais rico, mais inteligente, não é assim que funciona. Sejamos nós mesmos e vamos lutar pra conquistar o que desejamos.

13 – Resuma sua vida em poucas palavras.

Vivo todos os meus momentos com alegria e procuro fazer o bem aos outros. Quando erro tento consertar e compensar depois. Estou de bem com a vida.

14 – Deixe uma mensagem para seus amigos.

Vivam todos os momentos de suas vidas com paixão. Façam o bem, sempre. Cuidem das amizades e curtam a vida.

15 – E agora para seus inimigos.

Não se metam comigo!

 

Se desejar maiores informações sobre o Portal S Quatro:

Link: https://www.facebook.com/portals4oficial/

Site: http://ops4.com.br/

Abraço a todos e tenham uma excelente semana.

 

 

Crônica: Novos tempos. Novos hábitos.

Era uma tarde de domingo quando o telefone tocou.

– Feliz aniversário para mim, feliz aniversário para mim… – cantava uma voz do outro lado da linha. – Oiiiiê! Tudo bem?

Levei alguns segundos tentando lembrar quem era. Revirei a memória tentando associar aquela voz a um rosto conhecido, busquei em todas as gavetinhas do cérebro por uma pista e nada.

Desisti. Afinal não poderia ficar muito tempo mudo ao telefone.

A memória da gente, às vezes, nos prega peças. Certa vez caminhava pela rua pensando na vida quando alguém segura meu braço:

– Não! Você por aqui! Cara, quanto tempo faz, dez anos? – diz uma voz entusiasmada.

Olhei espantado para ele. Não fazia a menor ideia quem era.

– Ah, oi, tudo bem? – respondi abrindo um largo sorriso. Era isso ou perguntar seu nome.

Se passar pela cabeça de alguém que sempre faço isso, confesso, sempre faço isso!

Diante do abraço esfuziante que recebi fiquei indeciso entre retribuir ou pedir socorro. Optei por abraçá-lo com o mesmo entusiasmo, incluindo aqueles tradicionais tapinhas nas costas.

Conversamos por uns dez minutos sobre vários assuntos, sobre a turma, sobre namoradas do passado, até de velórios falamos. Por fim nos despedimos prometendo não perder mais o contato. Até hoje tento lembrar quem era.

Coisas da vida.

– Nem faz ideia de quem é, né! – continuou aquela voz feminina, parando de cantar e depois emendou: – É a Abigail, bobo! Lembra? Da faculdade.

Claro que eu lembrava. Como poderia esquecer aqueles lábios carnudos, aquele gingado maravilhoso ao andar, aquelas…

– Você vem, né? – disse Abigail em voz chorosa interrompendo meu devaneio libidinoso. – Sem você não vai ser a mesma coisa, já estou confirmando aqui na minha listinha! Passo o local pelo WatsApp. Tchau!

Desliguei o telefone com um sorriso nos lábios. Ela ainda se lembrava. Foram somente uns beijinhos, umas apalpadelas… Anos se passaram e ela não esqueceu. Ai, ai, como é chato ser gostoso!

Alguns dias depois recebo a data, hora e o local do evento. Abigail escolheu um dos melhores restaurantes da cidade. Fiz de cabeça umas continhas e cheguei a uma idade aproximada dela. Isso bastava para comprar o presente. E foi o que fiz no dia seguinte. Um presente simples, mas cativante.

Sexta feira à noite e lá estava eu na porta do restaurante. O maître me acompanha até o local e vejo mesas enfileiradas.

Ao centro, Abigail levanta-se e corre ao meu encontro.

– Não precisava! – diz com uma voz alegre, mas se apoderando rapidamente do presente.

Ao seu lado um rapaz sorridente me estende a mão. Era seu namorado. Cumprimento-o educadamente.

Abigail era a única conhecida, mas a turma era alegre e logo me ambientei.

-Um chopp! – pedi ao garçom me esquivando de bebidas destiladas e muito mais caras, mesmo diante dos insistentes pedidos para aproveitar as várias garrafas de whisky e vinho espalhadas pelas mesas.

O cardápio era daqueles grandes e a variedade de pratos, excelente. Só olhava o lado direito dele, pensando em quanto teria que aumentar minhas vendas nas próximas semanas.

Do outro lado da mesa, uns três metros à minha direita, alguém me observava. O sujeito sorriu um sorriso amarelo e em troca ofertei-lhe o mesmo sorriso apático. Será que ele percebeu alguma coisa? Seria outro dos ex-namorados de Abigail?

Tão entretido estava que nem percebi o garçom ao meu lado aguardando meu pedido.

– Este frango, por favor.

– Excelente pedido, senhor! – retrucou o garçom, educadamente. Notei um sorriso irônico em seus lábios.

Durante o jantar, enquanto saboreava meu frango – realmente estava bom –, não resisto em olhar, entre uma garfada e outra, os pratos alheios.

Ao meu lado observei um filé o qual confundi com um paralelepípedo de tão alto que era. Um pouco adiante um rapaz sorridente e falador retirava a pouca gordura de uma gigantesca picanha e bem ao longe observei camarões do tamanho de charutos cubanos flutuando num maravilhoso e, aparentemente, saboroso molho branco.

Não resisti e olhei o prato do sujeito de sorriso amarelo. Fomos os únicos a optar por frango.

Apesar dos pesares, a noite foi agradável, isso não posso negar. Satisfeito, com uma coca cola ao lado, continuamos a conversar sobre trivialidades enquanto sobremesas saborosas eram devoradas pelos abastados – cheguei a essa conclusão – convidados de Abigail. Recusei todas.

O maitre já se aproximou com a arma na mão, digo, com a maquininha na mão e aguardava os cartões bancários para pagamento da conta.

– Mulher não paga! – gritou o rapaz cujo filé parecia um paralelepípedo e que já mostrava sinais de embriaguez. – Faz assim, cara, conta somente os homens e divide a conta.

Quase foi aplaudido, principalmente pelas mulheres presentes.

Instintivamente olhei para o sujeito de sorriso amarelo. Estava com os olhos esbugalhados e não esboçava mais sorriso nenhum.

A velocidade do pensamento é incrivelmente rápida. Entre as opções que relampejaram em meu cérebro, a de cortar a jugular do rapaz com a mesma faca que usou para destrinchar aquele imenso filé foi a mais amena. Outras, não tão eficientes, mas perfeitamente aceitáveis em situações como aquela, foram sendo descartadas, uma a uma, inclusive simular um ataque cardíaco.

Saquei meu cartão e paguei minha parte na conta. Nem olhei o valor.

Depois fiquei sabendo que se o aniversariante levasse um determinado número de pessoas ao restaurante seu prato seria cortesia da casa.

Semanas depois o telefone toca:

– Oi, sou eu – disse uma voz feminina alegre e festiva. – Meu aniversário…

– Olá! Viajei para a cochinchina e devo voltar em alguns meses. Após o sinal deixe seu recado. Piiiiii! – disse eu em voz robótica e desliguei.

Crônica: QUE PALAVRÃO É ESSE?

Existem palavras cujo uso só faz sentido em determinados lugares e situações e, mesmo assim, devem ser usadas com moderação.

É o caso de “procrastinar”. Nada contra seu uso, quero deixar claro, mas, além de pouco utilizado, me faz lembrar de algumas histórias contadas por amigos:

Rosecler e Astolfo formavam um jovem e apaixonado casal. Namoravam já há oito anos e sempre sob a supervisão da mãe.

– Estou sentindo você tão ausente, Rosecler, o que está acontecendo? – disse Astolfo já meio cansado de ver a namorada pensativa.

– Nada não, amor. Deixa pra lá.

– Ei, pode contar comigo – falou Astolfo visivelmente preocupado e continuou daquele jeito apaixonado como se falasse com uma criança, mas que já incomodava Rosecler. – Quem é que ama você? Quem ama você? Quem? Euuuuuu! – Astolfo abriu um sorriso de orelha a orelha e continuou: – Diz pra mim o que te afligi.

– Estou procrastinando – respondeu Rosecler de cabeça baixa, depois olhou para Astolfo com olhos tristes e continuou: – E faz tempo. Desculpe, mas é a verdade.

Astolfo ficou pensativo por um longo tempo.

– Nunca imaginei que faria isso. Nunca mesmo! – disse o rapaz com amargura na voz, e continuou: – Quem é ele?

– Ele quem? – respondeu Rosecler.

– Com quem está procrastinando? Vamos, diga!

Diante da reação de Rosecler, ou seja, nenhuma reação exceto espanto, Astolfo corre para a porta e antes de sair diz:

– Acabou! Continue a procrastinar com o outro! – E sai apressado batendo a porta.

Sua mãe entra apressada na sala ainda com o pano de prato na mão. Encontra Rosecler ainda sentada olhando para a porta fechada, boca aberta e olhos esbugalhados.

– Quando seu pai chegar vou ter uma conversa séria com ele. Você vai para um colégio interno! – Virou as costas e voltou apressada para a cozinha.

Rosecler não respondeu, continuou sentada. Continuava de boca aberta, continuava com os olhos esbugalhados, mas agora acompanhava os passos da mãe que ainda resmungava coisas ininteligíveis.

Durante os anos de convento – foi a opção do pai para parar, de vez, com a vida lasciva da filha -, Rosecler escreveu e publicou três livros, mas nunca casou.

Outro caso, este contado por um amigo – prefiro não revelar seu nome -, cujo casamento andava meio complicado, dizia mais ou menos o seguinte:

Atendeu o telefone. Sua mulher levanta a sobrancelha. Não tira os olhos da TV, mas não vê mais nada, todos os sentidos direcionados exclusivamente à audição, potencializando-a. Já desconfiava do marido fazia tempo.

– Hum, sei… É mesmo? Que coisa chata… Certo… Não esquenta a cabeça, isso passa e tudo voltará ao normal.

Desliga o telefone. Fica pensativo por alguns instantes.

– Quem era? – pergunta a mulher.

– O Acrísio.

Silêncio.

– E…? – continua a mulher.

– A Soraia! – faz uma pausa. – Está procrastinando. Ele não sabe mais o que fazer para acabar com isso.

– Eu sabia! – diz a mulher levantando-se bruscamente. – Eu sabia! Aquela sirigaita. E você, fique longe dela! – Enquanto falava apontava e balançava o dedo indicador para o marido.

Casos como esses são mais comuns do que imaginamos.

Tempos atrás um amigo levou exatos três minutos para pronunciar “procrastinar”. O fato de ele ser gago não tira minha responsabilidade em não tê-lo ajudado naquele triste momento emendando a continuação da palavra. Eu confesso, logo que cheguei em casa corri ao dicionário para saber que palavrão era aquele, preocupado em conhecer a doença que afligia meu amigo.

Desafio os poucos que, pacientemente, leram este texto até seu quase fenecimento a repetir três vezes seguidas, em voz alta e rapidamente:

– Procrastinar! Procrastinar! Procrastinar!

Eu não consigo. Já tentei.

Vou além, alguém já o chamou de pacóvio? Você já correu para um homizio? Já ficou rubicundo? Já defenestrou alguém?

Sobre este último, não resisto, tenho que comentar. Se você atira alguém pela janela o que acha mais coerente dizer ao delegado:

– Confesso, defenestrei Clotilde.

ou

– Confesso, atirei Clotilde pela janela.

Quem optar pela primeira alternativa, creio que sua pena será aumentada em alguns anos.

Desejo a todos uma excelente semana.

EXISTE COISA MAIS GOSTOSA?

Imaginem a cena:

Sentado aguardando o dentista e lendo um livro. O livro que publiquei e chegou recentemente. Na verdade apenas folheava e lia trechos aleatórios.

Com o rabo de olho noto uma pessoa ao lado tentando enxergar a capa. Sutilmente coço a cabeça e mostro um pouco mais da capa. Não escancarei, é claro, afinal não era pra tanto.

Voltei à leitura. Na verdade eu nem lia mais, meus olhos quase saltando para o lado tentando ver a reação da pessoa. Será que conseguiu ver? Não aguentei, disfarçadamente dei uma coçadinha no joelho e mostrei descaradamente a capa do livro. Voltei a ler – ou fingir ler -, agora um pouco mais inclinado facilitando a visão por parte de minha provável compradora, torcendo para que o dentista não a chamasse nem a mim. Bom, se me chamasse diria delicadamente à recepcionista:

– Fala pra ele que eu não tô!

Resumindo, pois acho que já estou cansando os prováveis leitores deste pequeno texto, a moça, na casa dos vinte anos, perguntou:

– É bom o livro?

Busquei lá no fundo da minha alma a cautela necessária para responder, revirei todo o meu cérebro à procura das palavras corretas e sensatas para um momento único como aquele, juntei o que me restava de paciência e com toda a modéstia respondi:

– Bonitinho.

Ah, caramba (pra não usar outra palavra). Minha pressão deve ter chegado a mil. Dei um sorriso amarelo, mas por dentro arrancava os cabelos, dava dentadas no braço, cabeçadas na parede e…

– Posso ver? – disse ela com brandura.

Entreguei o livro como quem entrega seu filho recém-nascido à enfermeira.

Acho que ela notou. Olhou a capa detidamente, virou o livro e leu a sinopse. Voltou à capa e ao abrir o livro olhou a foto. Olhou pra mim. Olhou para o livro de novo.

– É você! Tá brincando comigo, né! É bom mesmo?

– Se não gostar te devolvo o dinheiro!

Desejo a todos uma excelente semana.

Noite de autógrafos no Colégio Exodus.

Eu e Rafael fomos convidados pelo Colégio Exodus, de Fortaleza, para participar de um evento e expor como nasceu o livro “Os Mestres Universais” aos pais, alunos e professores e a receptividade foi muito boa.

Agradeço a Diretora Socorro, Coordenadora Élida, Professora Lili e todo o pessoal do Colégio Exodus pela acolhida e atenção.

“Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante”. Este é o slogan desse projeto fantástico de incentivo à leitura do Colégio Exodus, o “IX Literando”.

Nesse projeto grandes clássicos da literatura nacional e estrangeira são distribuídos aos alunos das várias séries e culminará, no próximo sábado, em uma festiva apresentação baseada nos títulos que leram.

Contei a todos que a história nasceu da interação entre mim e Rafael, da proposta para criarmos uma história nossa ao invés de falarmos dos desenhos que assistia na TV e que sua criatividade e imaginação nos levou a vários lugares do universo e disso nasceu nosso livro.

Após a explanação Rafael fez questão de pegar o microfone e deixar claro que não assiste mais ao desenho do Ben 10, pois já tem onze anos.

Vejam abaixo algumas imagens do evento:

exodus4

exodus35

exodus31exodus33exodus20exodus15exodus11exodus7exodus26exodus23exodus3

 

Grande abraço a todos e até a próxima.

 

“Os Mestres Universais” está pronto!

Meus exemplares de “Os Mestres Universais” chegaram dia 23/09/2017 e estou muito feliz.

Desde a chegada do livro Rafael, meu filho, não parou de ler. Ontem, enquanto descia do carro, ouvi do Rafael a seguinte frase: “Este livro vai ser um sucesso!”. Ele não se dirigiu a ninguém, falou para si mesmo e foi isso que me encantou.

Mais alguns dias e informo onde poderá ser encontrado.

Desejo a todos uma excelente semana.

Existe vida fora da Terra?

Bom dia a todos. Hoje é dia 09/09/2917, mais um belo dia ensolarado e quente em Fortaleza.

Alguém duvida da existência de vida extraterrestre?

Realmente é difícil para alguns acreditar, não é mesmo? Mas que existe, existe! Não pode ser diferente. Nosso planeta é um pontinho insignificante dentro de um universo gigantesco e o Criador não daria o privilégio da existência apenas a nós.

Como seria enxergar a Terra a seis bilhões de quilômetros? Essa foto existe e foi tirada pela Voyager I a pedido de Carl Sagan. É fantástico!

Abaixo um trecho extraído da Wikipédia:

Pálido Ponto Azul (em inglês: Pale Blue Dot) é uma fotografia da Terra tirada em 14 de fevereiro de 1990 pela sonda Voyager 1, de uma distância de seis bilhões de quilômetros (40,5 AU) da Terra, como parte de uma série de imagens do Sistema Solar denominada Retrato de Família.

Nessa fotografia, o tamanho aparente da Terra é menor do que um pixel; o planeta aparece como um pequeno ponto na imensidão do espaço, no meio de um raio solar captado pela lente da câmera.[1]

A Voyager 1, que tinha completado sua missão principal e estava deixando o Sistema Solar, recebeu comandos da NASA para virar sua câmera e tirar uma última fotografia da Terra em meio a vastidão espacial, a pedido do astrônomo e escritor Carl Sagan.[2]

Vista a seis bilhões de quilômetros, a Terra é um minúsculo ponto (a mancha azulada-branca que se encontra aproximadamente no meio da faixa marrom) perdida na vastidão do espaço profundo.

Quem se lembra de Perdidos no Espaço?

Jornada nas Estrelas todo mundo lembra. Se não se lembram da primeira geração com o Capitão Kirk, devem se lembrar da segunda geração com o Comandante Jean-Luc Picard – meu preferido.

E quem se lembra dos filmes Inimigo Meu e Starman? Desses dois filmes acho que os mais jovens não lembram, mas vale a pena assisti-los.

Desde meus tempos de criança os filmes mencionados me fizeram pensar sobre encontros extraterrestres. Como seria, ou melhor, como deveria ser?

Muitos dos livros e filmes de ficção científica abordam uma Terra mais evoluída e contato com extraterrestres. Acredito que a interação com outros seres poderá ocorrer de várias formas e sempre dependerá do grau de desenvolvimento de cada um dos mundos envolvidos.

Guerra dos Mundos mostra uma possibilidade improvável, a meu ver. Esse filme – e tantos outros – retratam a mentalidade humana de hoje, ou seja, o “ter” é maior que o “ser” e invasões abusivas são inevitáveis.

A conquista e escravidão de povos, a posse de bens, a apropriação de qualquer coisa a qualquer custo são momentos humanos os quais, provavelmente, outras civilizações também viveram ou estão vivenciando, mas acredito que a evolução tende a alterar essa visão de invasão e posse transformando-as em acompanhamento e colaboração.

De todos os filmes – e muitos livros também – acho que Starman retrata muito bem como seria esse primeiro encontro se ocorresse hoje. Se puderem, assistam.

Um livro interessante é A Hospedeira onde seres de outro mundo conquistam os humanos transformando-os em pessoas dóceis e construtivas.

Agora, uma pergunta um pouco mais capciosa: Esses encontros já aconteceram ou acontecerão em breve?

Já pensaram em como seria o encontro de humanos com outras civilizações? Pois é, já me taxaram de sonhador, avoado, utopista e até aéreo por pensar e falar sobre isso.  O conforto é que somos milhares, talvez milhões a imaginar acontecimentos assim. Prefiro me autodenominar como sendo um romântico.

Em Os Mestres Universais imaginei viagens interplanetárias quebrando a premissa da impossibilidade de se ultrapassar a velocidade da luz. Impossível? Alguém duvida que algum dia se consiga esta proeza? No desenrolar do livro procurei mostrar essa façanha – e muitas outras – de forma natural. E não poderia ser diferente, não é mesmo?

Busquei um equilíbrio entre invasões e interações procurando atender a essas duas tendências – o bem e o mal – inerentes ao ser humano.

Diante do que escrevi me digam vocês agora: Sou um romântico ou lunático?

Enquanto um encontro com seres de outro planeta não ocorre, prefiro ficar com a primeira opção.

“Os Mestres Universais” chegará muito em breve e, quem sabe, poderei trocar informações e pontos de vista com todos e discutir mais sobre essas e muitas outras questões.

Desejo a todos uma ótima semana.

Milton Xavier